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Para quem curte Power Points, eu apenas quer ampliar o vocabulário com umas historinhas simples mas bonitinhas, aqui vai alguns ppts em espanhol! Espero que les guste. Vanessa Attachment: caperucita_AC__1.ppsAttachment: LAPAREJAPERFECTA.pps
Eu sou suspeita pra falar, porque amo aprender outras línguas, e possibilitar que outros aprendam é minha profissão!!! Aprender outros idiomas faz bem para o currículo, para as atividade profissionais, acadêmicas, para o ego, para a mente, para se expressar melhor, para entender melhor a própria língua, enfim, não há nenhuma contra-indicação! No site clidomancia.blogspot.com/ você pode encontrar de tudo: baixar materiais, livros, músicas, encontrar sites de tudo que é língua, inglês, árabe, japonês, espanhol, francês.... muito interessante, além de inúmeros links pra outros sites da mesma espécie! Porque, para aprender uma outra língua, o mais importante mesmo é querer!!!! Bjus
Eu estava fazendo minhas pesquisas na Internet e descobri alguns cursos de línguas gratuitos que podem ser feitos on-line, muito legais! Pra quem precisa aprender outras línguas mas tá sem tempo e dinheiro como eu, é uma ótima dica! O curso www.english180.com tem partes gratuitas muito boas, com imagens e áudio, muito bom para a pronúncia. (Estou fazendo) Mas para quem precisar LER em inglês, e até escrever, a Universidade Estácio de Sá tem um específico, no link www.estacio.br/site/iol. Este tb estou fazendo, já vou para o nível 4 e me pareceu muito bom! Mas não tem imagens e nem áudio, mas é bem rápido. Já para quem quer aprender Francês, o MEC oferece vários cursos com vídeos, tipo novela, muito bem feitos. O link é www.francoclic.mec.gov.br . Recomendo o Refléts. Dêem uma olhada e me digam o que acharam! Bjus e vamos falar!!!!!
ONDE VOCÊ GUARDA O RACISMO?
O que é “guardar”
Os dicionários dizem que é o mesmo que defender, conservar, manter, preservar. Então não importa se você guarda o seu racismo na cabeça, no coração, nas palavras ou em qualquer outro lugar. Se você admite que guarda esse sentimento em algum lugar, é hora de repensar seus conceitos e tomar atitudes. Converse com sua família, com seus amigos, ensine, troque idéias, denuncie abusos se for necessário, mas faça acontecer nossa luta contra o racismo: uma luta pela igualdade racial.
O racismo permeia nossa sociedade e para se ver livre dele, precisamos tomar posição a respeito. A jornalista Miriam Leitão diz que a sociedade brasileira é como um alcoólatra: bebe e não admite o mau que faz. O problema não é sentir culpa pelo passado, é entendê-lo e transformar as possibilidades futuras.
III. Alguns dados sobre as desigualdades raciais no Brasil
Brasil é o maior país do mundo em população afrodescendente, fora do continente africano.
O Brasil foi o último país a abolir a escravidão negra.
Foi também o país que mais importou africanos para serem escravizados: 4 milhões de pessoas.
“Os/as afrodescendentes são mais de 79 milhões de homens, mulheres, crianças. Formam a segunda maior população negra do mundo — atrás apenas da Nigéria. Representam 46% dos brasileiros. Transbordam nas áreas pobres. São quase invisíveis no topo da pirâmide social. E enfrentam uma desvantagem quase monótona nos indicadores socioeconômicos: do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) à taxa de analfabetismo; do desemprego ao salário médio; das condições adequadas de saneamento ao acesso doméstico à internet.” (Flávia Oliveira, IETS O Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade)
Pobreza
“Em todo o mundo... Minorias étnicas continuam a ser desproporcionalmente pobres, desproporcionalmente afetadas pelo desemprego e desproporcionalmente menos escolarizadas que os grupos dominantes. Estão sub-representadas nas estruturas políticas e super-representadas nas prisões. Têm menos acesso a serviços de saúde de qualidade e, conseqüentemente, menor expectativa de vida. Estas, e outras formas de injustiça racial, são a cruel realidade do nosso tempo, mas não precisam ser inevitáveis no nosso futuro.” (Kofi Annan, Secretário Geral da ONU. Março 2001)
Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) revelam que dos 22 milhões de brasileiros que vivem abaixo da linha de pobreza, 70% são negros.
“A se considerar apenas o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos brancos, o Brasil se colocaria entre os países de bom desenvolvimento humano (46º lugar, numa lista de 173 nações). Mas, ao se considerar somente o IDH dos negros, o País despencaria para o 105º lugar. O IDH leva em consideração uma série de variáveis como escolaridade, acesso à saúde e renda. Neste último quesito, o vão que separa os dois grupos é de cerca de 40%. Enquanto a renda per capita média dos negros era de R$ 162,84 em 2000, a dos brancos atingia R$ 406,77.” (reportagem OESP 16/02/03)
Trabalho e renda
Segundo dados de 2001 sobre a população ocupada de 25 anos ou mais de idade, 41,1% dos brancos que trabalhavam ocupavam empregos formais (empregados com carteira assinada ou funcionários). No entanto, esse era o caso de apenas 33,1% dos afrodescendentes. Dos empregados sem carteira assinada, são 12,3% dos empregados brancos, contra 17,3% dos empregados afrodescendentes.
Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e da Justiça revelam que o rendimento médio dos homens brancos é de 6,3 salários mínimos - SM; da mulher branca é de 3,6 SM; do homem negro é de 2,9 SM e da mulher negra 1,7 SM. Ou seja, as mulheres ganham em média metade do que ganham os homens, sendo que as mulheres negras ganham quatro vezes menos que os homens brancos. O emprego doméstico continua sendo a principal fonte de ocupação feminina, sendo que 56% dessa categoria são mulheres negras, no entanto, apenas 1/3 tem seus direitos trabalhistas assegurados. De uma forma geral, as mulheres negras têm um maior índice de desemprego. Em 2000, na região metropolitana de São Paulo, a taxa de desemprego dos homens era de 15%, a das mulheres brancas alcançava 18,9%, enquanto a das mulheres negras chegava a 25,1%.
http://www.dialogoscontraoracismo.org.br/forms/saibamais.aspx
Apresentação muito legal para professores e alunos sobre as diferenças entre Frase, oração e período.
Clique no link e baixe! Attachment: frase ppt.ppt
+ Letras de Canciones:
LU
1)Duele
Mira como el tiempo se te esfuma entre los dedos se te pierde en el momento, se te olvida que aun estas viviendo
juegas con la historia de una forma que no asombra y en tu boca no hay estrofas no hay aliento, no hay remordimiento
si tan solo tocas la esperanza y luego lloras, desahogando el sufrimiento que provoca en ti los sentimientos
sin estar oyendo de tu propio pensamiento reconoce que podemos comenzar de nuevo si queremos
sin lastimarnos, duele...
duele, duele, duele dime que puedo hacer por ti duele, duele, duele y no me rindo sigo aqui
- CORO - duele aunque no quieras verme si duele y se que no puedo seguir duele tanto y me hace daño que en tus brazos no hay descanso duele aunque no quieras verme si duele y se que no puedo seguir duele tanto y me hace daño que en tus brazos no hay descanso
duele, duele, eh eh
dime si mañana abro puertas y ventanas y dejar entrar la calma como si nunca pasara nada
no es que yo defienda la estructura de una idea la figura de mis fuerzas que dan forma a mi naturaleza
quiero que respondas a mi mente y no te opongas a enfrentar el reto y luego nos digamos juntos yo te quiero
pero si controlas tu egoismo y me perdonas estaremos en un cuento de relatos nuevos de tu aliento
sin lastimarnos, duele...
duele, duele, duele dime que puedo hacer por ti duele, duele, duele y no me rindo sigo aqui
CORO
duele, duele, eh eh
CORO
duele, dime que puedo hacer por ti duele, y no me rindo sigo aqui
CORO _______________________________________________________________________________
2) Entre mis brazos
Lu - Entre Mis Brazos Mario Sandoval Quiero convertir tu aliento tibio en la esperanza que mañana juntos veamos el sol.
Tú respiras junto a mis latidos, hacen que me sienta aún más vivo y provocarme al amor
Siento a tu cuerpo pedirme en silencio que te protega y te lleve en mis sueños. Cierra los ojos no tengas miedo, que entre mis brazos yo te tengo.
Juro que... Nunca sentirás conmigo el frío, cuidaré hasta el mínimo suspiro, sueña que yo también soñaré si te encuentras bien Te pido... Que en mi pecho encuentres el alivio de tu vida en todos los sentidos. Yo no dormiré, sólo te veré hasta que tu decidas regresar a mi otra vez.
Quiero abrir los ojos si es contigo, en la madrugada tú y yo unidos y te des cuenta que estoy. Mira alrededor ya no hay peligro Estarás por siempre aquí conmigo aunque te marches amor.
Siento a tu cuerpo pedirme en silencio que te protega y te lleve en mis sueños. Cierra los ojos no tengas miedo, que entre mis brazos yo te tengo.
Juro que... Nunca sentirás conmigo el frío, cuidaré hasta el mínimo suspiro, sueña que yo también soñaré si te encuentras bien Te pido... Que en mi pecho encuentres el alivio de tu vida en todos los sentidos. Yo no dormiré, sólo te veré hasta que tu decidas regresar a mi otra vez.
Sólo entre mis brazos podras sorprender al amor de este sueño intacto que nos une a los dos.
Juro que... Nunca sentirás conmigo el frío, cuidaré hasta el mínimo suspiro, sueña que yo también soñaré si te encuentras bien Te pido... Que en mi pecho encuentres el alivio de tu vida en todos los sentidos. Yo no dormiré, sólo te veré hasta que tu decidas regresar a mi otra vez. Nunca sentirás conmigo el frío, cuidaré hasta el mínimo suspiro, sueña que yo también soñaré si te encuentras bien Te pido... Que en mi pecho encuentres el alivio de tu vida en todos los sentidos. Yo no dormiré, sólo te veré hasta que tu decidas regresar a mi otra vez.
¡Tú decidas regresar a mi otra vez! ¡Tú decidas regresar a mi otra vez! _________________________________________________________________________________
Estou realmente chocada com o que aconteceu ontem no RJ, com a morte cruel de um menino de 6 anos que foi arrastado por 7 km preso ao cinto de segurança de um veículo roubado. È o fim dos tempos, só pode ser. Jesus está voltando!!!!! Não há mais humanidade, amor, respeito, dignidade... A mãe do menino está em estado de choque, e não é pra menos, e irmã de 13 anos, inconsolável. Ela e o menino tinham a mesma idade entre meu irmão do meio e eu. O menino morto, tem o mesmo nome, João, e só 1 ano de diferença de meu irmão mais novo, agora com 7 anos. Nem sei o que comentar, só peço a Deus misericórdia pelas nossas vidas e que ELE seja a nossa fortaleza, que console e conforte essa família e que seja justo juiz com esses criminosos.

Para mais informações sobre o crime: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI1397984-EI316,00.html
Se eu pudesse viver novamente a minha vida...
Rubem Alves
Quando o li pela primeira vez, fiquei comovido. Era uma mistura de sabedoria e tristeza. Seu título era Instantes e começava assim: "Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros... Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres.." E ia assim, parágrafo após parágrafo, listando coisas que haviam sido feitas e que não deveriam ter sido feitas, e coisas que não haviam sido feitas e que deveriam ter sido feitas. Até o final melancólico: "Mas, já viram, tenho oitenta e cinco anos, e sei que estou morrendo..." O texto era uma advertência aos mais moços: só temos o momento. Não percam o agora.
Estou a ponto de "desfazer" 70 anos, muito embora os distraídos insistam em usar o verbo "fazer". O fato é que a celebração de mais um ano de vida é a celebração de um desfazer, um tempo que deixou de ser, não mais existe. Fósforo que foi riscado. Nunca mais acenderá. Daí a profunda sabedoria do ritual de soprar as velas em festas de aniversário. Se uma vela acesa é símbolo de vida, uma vez apagada ela se torna símbolo de morte. O que não entendo é a razão pela qual os participantes, diante das velas apagadas, se ponham a bater palmas e a rir, quando o certo seria que chorassem. Eu prefiro um ritual mais alegre: acender uma vela bem grande, como um bruxedo de invocação dos anos ainda não nascidos cujo número não sei!
Os números redondos, creio que por razões estéticas, são mais poderosos que os números quebrados. Ninguém acharia nada de extraordinário com o número 7.073.565 da sua carteira de identidade. Mas se o número for 5.000.000 isso será razão para as mais fantásticas conjecturas. Assim, ao ensejo do número redondo "70", pensei em fazer um documento parecido com o Instantes, confessando erros e dando conselhos aos mais jovens. Mas desisti. E isso porque "se eu pudesse viver de novo a minha vida", eu quereria vivê-la do jeito mesmo como a vivi, com seus desenganos, fracassos e equívocos.
Doidice? Imaginem que eu estivesse infeliz. Eu teria então todas as razões para voltar atrás e tentar consertar os lugares onde errei. Mas eu não estou infeliz. Vivo um crepúsculo bonito, com a suíte n. 1 de Bach, para violoncelo. Se houve sofrimentos no caminho, imagino que, se não os tivesse tido, talvez a suíte n. 1 de Bach não estivesse sendo ouvida. Estou onde estou pelos caminhos e descaminhos que percorri.
Faz muitos anos, nos tempos em que eu era ainda professor da Unicamp, um aluno que eu não conhecia telefonou-me dizendo que precisava falar comigo. Marcamos um encontro na minha casa. Ele chegou, abriu um caderno, e começou a fazer-me perguntas. A primeira pergunta - que abortou todas as outras - foi a seguinte: "Como é que o senhor planejou a sua vida para que chegasse aonde chegou?" Percebi logo. Ele me admirava. Queria ser como eu. Queria que eu lhe contasse o segredo. Que lhe revelasse o caminho. Mas minha resposta pôs a perder as suas expectativas. Foi isso que eu lhe disse: "Eu estou onde estou porque todos os meus planos deram errado." Isso é absolutamente verdadeiro.
As pontes que eu construía para chegar aonde eu queria ruíam uma após a outra. Eu era então obrigado a procurar caminhos não pensados. E aconteceu por vezes que nem mesmo segui, por vontade própria, os caminhos alternativos à minha frente. Escorreguei. A vida me empurrou. Fui literalmente obrigado a fazer o que não queria.
Por exemplo: meu pai, homem muito rico, foi à falência. Ficou pobre. Teve de mudar de cidade para começar vida nova. Se isso não tivesse acontecido, é provável que hoje eu fosse um rico fazendeiro guiando uma F 1000 e contabilizando cabeças de gado. Quando me mudei para o Rio de Janeiro, aos doze anos de idade, menino do interior de Minas com um sotaque caipira, fui objeto de zombarias e chacotas. Nunca me senti tão sozinho. Nunca fui convidado a ir à casa de um colega e nunca tive coragem para convidar um colega para ir à minha casa. Sofri a dor da solidão e da rejeição.
Mas foi esse espaço de solidão na minha alma que me fez pensar coisas que doutra forma eu não teria pensado. Lutei muito para ser pianista. Trabalhei duro, horas e horas por dia. Se tivesse dado certo, eu seria hoje um pianista medíocre. Pianista bom não precisa fazer força. É dom de Deus, como é o caso do Nelson Freire. A diferença entre nós é que, enquanto eu tentava colocar dentro de mim um piano que estava fora, o problema do Nelson era colocar para fora um piano que morava dentro dele desde o nascimento. Para mim, o piano nunca passaria de uma prótese. Mas, para o Nelson, o piano é uma expansão do seu corpo. Foi preciso que eu fracassasse como pianista para que o escritor que morava dentro de mim aparecesse.
Assim, comecei a fazer música com palavras, acho que com a mesma facilidade com que o Nelson toca piano. Fui pastor protestante e é provável que, se tudo tivesse acontecido nos conformes, eu hoje fosse um clérigo velho. Mas veio o golpe militar, fui acusado de subversivo pelas zelosas e bondosas autoridades da Igreja... Tive de me mudar para os Estados Unidos com a minha família - o que foi ótimo para todos nós. Fiz meu doutoramento, fiz amigos novos, viajei, conheci lugares, acampei, tive tempo para ler e pensar.
Cheguei onde estou por caminhos que não planejei. É um lugar feliz com o qual nunca sonhei. Nunca me passou pela idéia que eu viria a ser escritor. E, em especial, que escreveria estórias para crianças - e que as crianças as amariam (e me amariam por causa delas...). Tanto assim que não me preparei para o ofício. Sou ruim em gramática, erro a acentuação. E há mesmo uma pessoa que se dedicava a escrever-me longas cartas para corrigir meu português. Parou de escrever. Acho que desistiu. Como é bem sabido, eu, um mau aluno, especialmente quando o professor quer ensinar-me coisas que não quero aprender. Pena que o dito professor, voluntário, nunca tivesse feito comentário algum sobre o que eu escrevia. Concordo mesmo é com o Patativa do Assaré: "É melhor escrever errado a coisa certa do que escrever certo a coisa errada..."
Plantei árvores, tive filhos, escrevi livros, tenho muitos amigos e, sobretudo, gosto de brincar.. Que mais posso desejar? Se eu pudesse viver novamente a minha vida, eu a viveria como a vivi porque estou feliz onde estou.
http://www2.uol.com.br/aprendiz/n_colunas/r_alves/id190903.htm
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